Qualquer internauta um pouco mais “dedicado” sabe que os famosos MMORPGs (Massive Multiplayer Online Roleplaying Game) invadiram o mercado virtual. O que a maioria desconhece é que o alcance desses jogos está além do seu irmãozinho viciado ou do crescente uso de termos como “noob”, “afk”, “brb”, etc.
Há poucos anos atrás, uma busca no Google resultava em alguns poucos títulos. Hoje em dia, a lista não acaba! A cada dia surgem novos jogos, com novos visuais, um prometendo mais que o outro, mas no fim é tudo a mesmíssima coisa: fazer um personagem, chegar ao nível máximo, obter os equipamentos mais fortes do jogo, acumular riquezas e depois… Depois… Hm… Começar um novo personagem, talvez? Ou, como alguns servidores permitem, rodar os mapas em busca daqueles personagens mais fracos para descontar seu tédio – o famoso PVP.
Pra que chorar porque não arrumou um programa sábado à noite, se você se junta com milhares de outras pessoas que também estão na mesma situação? Pra que academia, quando o seu personagem é capaz de carregar 600 kgs? Só não chore quando descobrir que aquela humana cheia de curvas é, na verdade, um brutamontes chamado Cláudio, que pesa 99 kg e é campeão regional de Jiu Jitsu.
E daí começam os problemas… Para mentes mais fracas, os MMOs levam facilmente ao vício, por apresentarem uma alternativa de vida mais promissora do que a que o jogador está vivendo. Ou, como noticiado há algum tempo, dependência química. Sim! O World of Warcraft – o mais popular do gênero -, que com sua explosão de cores, causa um verdadeiro êxtase visual, estimulando as fibras oculares, aumentando os batimentos cardíacos e estimulando o cérebro a fabricar serotonina (substância responsável pelo prazer). É como pular de Pára-Quedas sem o risco de morrer! – Quer dizer, não necessariamente, uma vez que alguns jogadores morreram por passarem tempo demais jogando. 9_9 Quando digo tempo demais, digo tempo demais. Dias.
E não é só isso! Devido à economia existente em cada jogo, que tem sua própria moeda corrente e itens valiosos, cresceu também o comércio “Ih! Legal!” de “dinheiro” e serviços. Ou seja, você nem ao menos precisa se dar ao trabalho de jogar para… Jogar. Jogadores vendem contas já recheadas, dinheiro, ou oferecem serviços de nivelamento ou qualquer outra coisa chata demais para se fazer sozinho quando se tem dinheiro real pra gastar.
O absurdo é tanto que a China proibiu a troca de dinheiro virtual por real, o tão chamado “Gold Farming”, atividade esta que já chegou a movimentar entre US$ 200 milhões a US$ 1 bilhão por ano, gerando milhares de empregos, sendo que mais de 80% desses trabalhadores são Chineses.
Isso sem falar em guildas patrocinadas, onde os jogadores são pagos para desvendarem os mistérios de um novo conteúdo antes dos demais jogadores…
E então? Já está pensando em tirar seu filho da escola, não? XD


E digo mais, na China o governo quer proibir o jogo de vez, por conter “mortes” virtuais de animais que são protegidos lá. A Blizzard só poderia continuar se mudar o nome de todas as coisas “proibidas” no jogo. Resultado, é que os chineses estão saindo dos servidores orientais e indo para os Europeus e Americanos, já que o Governo Chinês não pode proibir o acesso à internet.
E digo mais, na China o governo quer proibir o jogo de vez, por conter “mortes” virtuais de animais que são protegidos lá. A Blizzard só poderia continuar se mudar o nome de todas as coisas “proibidas” no jogo. Resultado, é que os chineses estão saindo dos servidores orientais e indo para os Europeus e Americanos, já que o Governo Chinês não pode proibir o acesso à internet.
existem os MMO que vc não necessariamente precisa criar um personagem, como gunbound, soldat, pangya, onde a habilidade na maioria das vezes prevalece
Tirar o filho da escola? quis dizer que essa vida é mais promissora? mais oportunidades de emprego? LOL
boa piada, essa é nova.